Programação Detalhada

PROGRAMAÇÃO DETALHADA
 
DOMINGO, dia 08 de outubro
 
Local: Escola de Música da UFRN
 
Credenciamento – a partir das 16h:00
 
Cerimônia de Abertura – 18:30 – 19:00
 
Conferência de Abertura -19:00
“REVOLUÇÃO DIGITAL E SUSTENTABILIDADE, UMA RELAÇÃO TÃO DELICADA”
Palestrante: Dr. Ricardo Abramovay (USP)
 
Coquetel – 20:30
 
 
SEGUNDA-FEIRA, dia 09 de outubro
 
Mesas Redondas – 08:00-10:00
 
Mesa 1– AÇÕES PARA A CONVIVÊNCIA COM O SEMIÁRIDO
Coordenador: Eliza Maria Xavier Freire
Expositores: Ivanilson de Souza Maia (UFERSA); Virgínia Henriques Cavalari (UFRN).
 
Local: Auditório E – Escola de Ciência e Tecnologia – UFRN
As discussões sobre as ações para a convivência com o semiárido se pautarão por pontos de vista e experiências desenvolvidas por parte de intelectuais da academia e do mundo da tradição que vivenciam com o semiárido e que exporão as suas práticas em defesa do bioma Caatinga e da Convivência com as adversidades das secas periódicas que tem assolado essa área geográfica do bioma. Sabe-se que o semiárido brasileiro, de 980 km2 de extensão e população de cerca de 22,5 milhões de habitantes, está submetido a secas constantes e é o mais vulnerável à escassez hídrica do País. Além de outras condições adversas, abriga uma sociedade resiliente que, diante do desafio de viver em uma área ambientalmente desfavorável, luta continuamente por sobrevivência digna. Contudo, o destaque maior da mesa será dado as experiências do grupo de Estudos em Políticas Públicas para o Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Familiar, Agroecologia e Recuperação do Bioma Caatinga trabalha visando melhorias no rendimento da produção dos agropecuaristas do semiárido de acordo com as características dos solos, relevo, disponibilidade hídrica e pensando sempre na recuperação dos leitos dos rios, da mata de caatinga, preservando, respeitando e recuperando seus recursos naturais. Além disso, muitas discussões se centrarão em torno do Domínio Morfoclimático das Caatingas, um dos três núcleos de regiões semiáridas ocorrentes na América do Sul, que ocupa cerca de 10% do território brasileiro, caracterizado por escassez de precipitação, altas temperaturas, variabilidade na sazonalidade climática, além de ser restrito ao território brasileiro. Devido à perda das folhas das árvores e arbustos, que dá aspecto cinzento à vegetação durante a estiagem, a Caatinga já foi considerada como pobre e de baixo endemismo de espécies da fauna e da flora, mas essa percepção vem mudando nas últimas décadas com o aumento das pesquisas científicas; por exemplo, das 932 espécies de plantas identificadas, 380 são endêmicas. As intervenções governamentais têm visado a luta contra a seca e não a luta contra os efeitos dela, porém a seca não pode ser combatida, uma vez que se constitui um fenômeno natural. Contra esse paradigma do combate à seca urge uma ampla discussão interdisciplinar e de formulação de questionamentos no âmbito das ciências ambientais, sobre o que, o porquê e o como se pode atenuar os efeitos da seca, visando a adaptação ou a convivência com este fenômeno; portanto, é premente investir em pesquisas multidisciplinares de longo prazo, que deem conta das intricadas relações entre as dimensões ecológica, social e climática, que compreendam melhor os mecanismos adaptativos da Caatinga. As discussões buscam proposições para que as comunidades locais possam ser qualificadas e encorajadas a participar das discussões políticas sobre este tema através de iniciativas de divulgação de informação contínuas, contextualizadas e críticas. Nesse contexto, a mesa se propõe a estabelecer um diálogo interdisciplinar que procure superar a visão do combate à seca e rumo à convivência com o semiárido, numa perspectiva ambiental e sociocultural que leve à promoção da sustentabilidade, melhoria da qualidade de vida e da cidadania dos sertanejos rumo a preservação e a conservação dos recursos naturais.
Mesa 2– ECOSSOCIECONOMIA E BEM VIVER COMO ALTERNATIVAS DE DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL SUSTENTÁVEL
Coordenador: Carlos Alberto Cioce Sampaio – Universidade Federal do Paraná
Expositores: Liliane Cristine Schlemer Alcântara (UFSCar); Patrícia Bilotta (UP); Craig David Parks (Washington State University).
 
Local: Auditório F – Escola de Ciência e Tecnologia – UFRN
 
Frente as ameaças ambientais, como as alterações climáticas, deflorestação, poluição atmosférica e dos recursos hídricos e catástrofes naturais, surgem alternativas de desenvolvimento como o Bem Viver que procuram atender as particularidades das circunstancias históricas e culturais. O Bem Viver, Buen Vivir ou Vivir Bien como é conhecido na Bolívia e no Equador, simboliza a cultura de vida de povos originário de tradições indígenas e soa como Sumak Kawsay (quíchua), Suma Qamaña (aimará), Teko Porã (guarani). Esta visão de mundo difere radicalmente da noção atual de desenvolvimento, desafiando a crença dogmática no crescimento econômico e propondo em seu lugar noções de bem-estar. Ela expressa valores fundamentais comuns, incluindo solidariedade, harmonia, diversidade e unidade dentro da natureza. Entende-se que povos tradicionais (ou originários, como são chamados no contexto latino americano) possuem modos de vida sustentáveis ao não estarem vinculados à atual visão hegemônica ocidental que relaciona ao desenvolvimento centralidade quando se trata do mercado e economia. Os debates sobre o Bem Viver incluem distintas correntes como a indigenista/pachamamista; socialista/ estadista; e pós-desenvolvimenista/ecologista. Além de questões como harmonia como princípio de organização da vida, tanto no aspecto individual, como em sua dimensão social, na relação dos seres humanos com a natureza. O Bem Viver, como relatam GUDYNAS & ACOSTA (2012) invocam saberes e vivências indígenas que racionam contra as ideias de desenvolvimento ocidentais, e apontam para outras formas e concepções de vida, com especial à natureza. Nesta perspectiva, remete-se à ecossocioeconomia, que trata de experiências e práticas sociais que se enlaçam com distintos debates e propostas teóricas. São iniciativas e propostas relacionadas, de uma ou outra forma, as distintas formas de organização de Bem Viver, ou de outros modelos alternativos de organização da vida social.  Estas experiências estão associadas às comunidades intencionais ou tradicionais que utilizam processos participativos locais para pensar sistemicamente a sustentabilidade ecológica, socioeconômica e cultural do território.  A ecossocioeconomia neste contexto, não tem o propósito de ser um contra modelo ao modo de produção/sistema capitalista, mesmo porque contraria a tese de hegemonia de ideias, mas sim de relevar experiências constituídas de boas práticas quando se tem diagnósticos participativos, comunitários, interdisciplinares e sistêmicos, para pensar e agir em busca de alternativas de solução de problemas de dinâmicas socioambientais. Neste sentido, experiências ecossocioeconômicas no contexto do Bem Viver emergem no sentido de privilegiar a pluralidade e diversidade de possibilidades de modos de vida, superando a lógica hegemônica da sociedade de consumo promovendo a inter-relação humana, no sentido de (re)significar o senso de pertencimento à comunidade e ao território, e sua relação com a natureza. Diante disso, o objetivo desta Mesa em relação ao tema “ecossocieconomia e bem viver como alternativas de desenvolvimento territorial sustentável”, está em debater criticamente as propostas do Bem Viver pautado em extensa revisão bibliográfica, a fim de alcançar subsídios históricos e filosóficos que culminaram nessa concepção, bem como nas análises desenvolvidas com experiências ecossocioeconômicas que representam possibilidades de novas formas de viver atreladas ao bem-estar humano.
 
Mesa 3 – ÁGUAS E REDES: DESAFIOS DA GOVERNANÇA
Coordenador: Gisela Aquino Pires do Rio (UFRJ)
Expositores: Roberto Luiz do Carmo (UNICAMP), Francisco de Assis de Souza Filho (UFC), Ana Paula Fracalanza (USP).
 
Local: Anfiteatro das Aves – Centro de Biociências – UFRN
 
A gestão das águas no Brasil, na década de 1990, parecia dar um passo em direção à governança ambiental, principalmente no aspecto participativo. No entanto, ao focar os Comitês de Bacias Hidrográficas e as dificuldades nos processos de descentralização e participação propostos pela Política Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, percebe-se uma inflexão na governança das águas no país. A proposta da mesa “Águas e Redes: desafios da governança” é discutir o processo de natureza política, social e ambiental que envolve a reconfiguração de modelos e escalas de gestão da água face às ameaças de rupturas no abastecimento e ao aumento das situações de vulnerabilidade nos espaços urbanos e rurais. Considera-se que a proposta de integração de escalas de gestão e de governança das águas envolve uma discussão e reflexão que pode ser impulsionada em um contexto de pesquisas interdisciplinares e olhares a partir de várias perspectivas que discutem ambiente e sociedade e a possibilidade de sua interlocução. Qual o papel de cada um dos setores nesta reflexão? Como cada um deles avalia os conflitos quanto à apropriação da água e as diferentes formas de manifestação das desigualdades na apropriação da água? Como têm sido abordadas as situações de injustiça hídrica? Qual o lugar da gestão e governança da água neste contexto? A gestão por bacias hidrográficas é um modelo adequado para todo o território brasileiro? A política de gestão coloca de fato a sociedade civil no centro das decisões? Há dispositivos efetivos que assegurem a transparência da gestão?  Qual a capacidade de resposta às situações de escassez e sua relação com a qualidade do ambiente? Estas são algumas das questões que poderão ser abordadas em diferentes contextos nacionais e regionais e que podem mostrar avanços e dificuldades na implementação da gestão da água nesses vinte anos de vigência da Política Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos.
 
Coffee break – 10:00 – 10:30
Local: Centro de Convivência – UFRN
 
GT19 – Jovens Pesquisadores – 10:00 – 10:30
Coordenação: Viviane Souza do Amaral (UFRN) e Cibele Soares Pontes (UFRN)
Local: Centro de Convivência – UFRN
 
Painéis – 10:30-12:00
 
Painel 1 – SIGNIFICADOS E APLICAÇÕES DA ENCÍCLICA LAUDATO SI’, DO PAPA FRANCISCO
Coordenador: Clóvis Cavalcanti, Presidente-Eleito da Sociedade Internacional de Economia Ecológica (ISEE).
Expositores: Leila da Costa Ferreira (UNICAMP), Marcel Bursztyn (UNB), Wagner Ribeiro (USP).
 
Local: Auditório E – Escola de Ciência e Tecnologia – UFRN
 
Importantíssimo documento socioambiental recente é a Encíclica Laudato Si’, do Papa Francisco. Baseada em diagnóstico preciso, ela exibe preocupação quanto à possibilidade de uma “catástrofe ecológica sob o efeito da explosão da civilização industrial”. E sublinha a “necessidade urgente de uma mudança radical no comportamento da humanidade” – tanto nos modelos de produção e consumo quanto “nas [vigentes] estruturas consolidadas de poder”. O documento aponta para o colapso da filosofia do crescimento infinito comandado pelo PIB. E propõe a consideração de uma ecologia integral. Acerca-se, assim, do que tem sido discutido nos fóruns sobre as relações sociedade-natureza, com vistas à elaboração de princípios da atividade econômica direcionados para a promoção do bem-estar humano dentro dos limites da natureza.
 
 
Painel 2– BRAZIL IN THE ANTHROPOCENE
 
Coordenador: Liz-Rejane Issberner (PPGCI-IBICT/UFRJ)
Expositores: Marcel Bursztyn (UNB); Philippe Léna (IRD-Fr); Liz-Rejane Issberner (PPGCI-IBICT/UFRJ).
 
Local: Auditório F – Escola de Ciência e Tecnologia – UFRN
 
Almoço – 12:00-14:00
 
GRUPOS TEMÁTICOS – 14:00-18h
 
Coffee break – 18h – 18:30
 
Local: Centro de Convivência – UFRN
 
GT19 – Jovens Pesquisadores – 18:00 – 18:30
Coordenação: Viviane Souza do Amaral (UFRN) e Cibele Soares Pontes (UFRN)
 
Local: Centro de Convivência – UFRN
 
LANÇAMENTO DE LIVROS – Sessão coletiva de autógrafos – 19h-20:30
Local: Centro de Biociências – UFRN
 
SOBERANIA ALIMENTAR (SOBAL) E SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL (SAN) NA AMÉRICA LATINA E CARIBE Islândia Bezerra e Julian Perez-Cassarino (orgs.)
 
SABERES, PAISAGENS E TERRITÓRIOS RURAIS DA AMÉRICA LATINA Narciso B.Bassols e Nicolas Floriani (orgs.)
 
AMÉRICA LATINA, SOCIEDADE E MEIO AMBIENTE: Teorias, Retóricas e Conflitos em Desenvolvimento Dimas Floriani e Antonio Elizalde (orgs.)
 
Ferreira, Leila da costa (Ogs.) O Desafio das Mudanças Climáticas. Os casos Brasil e China. Ed. PACO/FAPESP.
 
ISSBERNER, Liz-Rejane and LÉNA, Philippe (Ogs.) Brazil in the Anthropocene: Conflicts between predatory development and environmental policies. New York, NY / Lodon, UK Routledge Environmental Humanities series, 2017.
 
PHILIPPI JUNIOR, Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir. Gestão empresarial e sustentabiidade. Barueri: Manole, 2017, v.1. p. 1138 (ISBN: 9788520439128)
 
SOUZA, Cristiane Mansur de Moraes; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; ALVES, Alan R.; ALCANTARA, L. C. S. Novos talentos: processos de educação para o ecodesenvolvimento. Blumenau/Brasília: Nova Letra/Capes, 2016, v.1. p. 199. (ISBN: 9788546001200)
 
Lúcia da Costa FERREIRA, Luísa SCHMIDT, Mercedes PARDO BUENDÍA, Jorge CALVIMONTES, José Eduardo VIGLIO (Organizadores). Clima de Tensão – Ação humana, biodiversidade e mudanças climáticas. Campinas: Editora da UNICAMP. Coleção UNICMP 50 Anos. 2017. ISBN 978-85-268-1370-0. 568 pp.
 
CÂNDIDO, Gesinaldo Ataíde; SILVA, Valdenildo Pedro da. Recursos naturais: questões socioeconômicas e políticas do Rio Grande do Norte. Natal: Editora do IFRN, 2016, v.1 p. 244. (ISBN: 9788583332121).
 
“O Clima em Transe”, organizado pelos Professores Marcel Bursztyn e Saulo Rodrigues Filho. Ed. Garamound.
 
 
TERÇA-FEIRA, dia 10 de outubro
 
Mesas Redondas – 08:00-10:00
 
Mesa 1 – NOVOS DESAFIOS PARA A PRODUÇÃO E PUBLICAÇÃO CIENTÍFICA EM AMBIENTE E SOCIEDADE
Coordenador: Pedro Roberto Jacobi (Ambiente e Sociedade/ANPPAS)
Expositores: Carlos Saito (Sustentabilidade em Debate-CDS/UnB), Angela Duarte Damasceno Ferreira (Desenvolvimento e Meio Ambiente/MADE/UFPR) e Edna Castro – (NOVOS Cadernos NAEA/UFPA).
 
Local: Auditório E – Escola de Ciência e Tecnologia – UFRN
 
Esta Mesa Redonda reúne editores de três revistas cientificas de três Programas vinculados a Anppas e a revista Ambiente e Sociedade editada pela Anppas que adquiriram ao longo dos anos notoriedade e legitimidade tanto nacional quanto internacional. A finalidade da Mesa Redonda é de debater como ampliar o alcance de revistas com foco em Ambiente e Sociedade, os avanços obtidos, os principais desafios e os pontos de estrangulamento vivenciados por três revistas de acesso livre e com corpo editorial e peer reviewers que tem um histórico de existência relevante. Ambiente e Sociedade (Anppas) celebra 20 anos, Desenvolvimento e Meio Ambiente (MADE/UFPR) 17 anos e Sustentabilidade e Debate (CDS/UnB) que é publicada desde 2010 e Novos Cadernos NAEA da UFPA que é editado há 19 anos (sucedânea de Cadernos NAEA, de 1978). Os editores de revistas cientificas se confrontam com várias questões desafiadoras, tanto no plano editorial como financeiro com a redução significativa de recursos pelos órgãos de apoio a Pesquisa.  Cabe destacar a importância dos periódicos brasileiros que permitem a difusão e a avaliação da produção científica, que não recebe espaço nos periódicos internacionais. Também deve se registrar a importância desta Mesa Redonda para reforçar que a difusão da ciência se faz por meio de artigos científicos submetidos pelos periódicos são avaliados pelos nossos pares. Estes temas serão objeto de debate pelos editores destas revistas e outros convidados no intuito de ampliar a discussão sobre a importância de políticas e ações para ampliar o público e fortalecer aumentar seu impacto internacional.
 
Mesa 02 – CIDADES, RISCOS E ADAPTAÇÃO AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS: DISCUTINDO EXPERIÊNCIAS E DESAFIOS
Coordenador: Zoraide Souza Pessoa (PPEUR/UFRN).
Expositores: Roger Torres (UNIFEI), Gabriela Marques Di Giulio (Sáude Pública/USP), David Lapola (UNESP).
 
Local: Auditório F – Escola de Ciência e Tecnologia – UFRN
 
As cidades brasileiras veem passando por um amplo processo de urbanização nas últimas décadas, caracterizadas pela constituição de estruturas formais e informais complexas, marcadas por diversas condições de vulnerabilidade tanto no âmbito social quanto ambiental. Decorrente de um intenso crescimento populacional concentrado e acelerado em contextos de desenvolvimento econômico e social desiguais historicamente. Além dos processos de urbanização, a questão ambiental difundida em todo o mundo a partir da segunda metade do século XX, com o questionamento da relação sociedade e natureza e as lógicas de racionalidade econômica e tecnológica dominantes, pois fim à era de certezas produzidas pela modernidade, industrialização e a urbanização devido o crescimento das condições de vulnerabilidade e risco que caracteriza a sociedade contemporânea. Mas recentemente, os efeitos das mudanças climáticas sobre as áreas urbanizadas em contextos de crescimento urbano e populacional acelerado e desordenado, torna essas áreas mais propensas as condições de risco e vulnerabilidade socioambiental, dado a intensidade e frequência das alterações climáticas que podem incidir diretamente e indiretamente sobre as vulnerabilidades que apresentam um determinado território. Tal cenário exige pensar como as cidades brasileiras veem se adaptando diante desse cenário de mudanças e transformações que podem incidir sobre a dinâmica do seu planejamento territorial. Para isso, este painel objetiva apresentar discussões sobre a capacidade adaptativa das cidades as mudanças climáticas e quais desafios se apresentam neste contexto assim como experiências de respostas a esses desafios.
 
Mesa 3 – ECOSSOCIECONOMIA URBANA: ARRANJOS SOCIOPRODUTIVOS E AUTOGESTÃO COMUNITÁRIA VISANDO O DESENVOVIMENTO TERRITORIAL SUSTENTÁVEL
 
Coordenador: Mario Procopiuck – Pontifícia Universidade Católica do Paraná
Expositores: Francisca de Paula Santos Silva (UNEB); Silvio José de Lima Figueiredo (UFPA); Isabel Jurema Grimm (UP).
 
Local: Anfiteatro das Aves – Centro de Biociências – UFRN
 
Considerando as imensas disparidades socioeconômicas observáveis em todas as regiões do planeta, o momento atual é entendido como um momento de crise civilizatória, onde o desenrolar da existência passou a ser orientado pela lógica capitalista, parametrizada pela acumulação e reprodução ampliada do capital, exigindo a mercantilização da vida e da natureza em sua totalidade. Nesse sentido, ao lançar um olhar acurado ao cotidiano das sociedades planetárias, observa-se iniciativas independentes e bem sucedidas que seguem na contramão da lógica vigente e apontam caminhos alternativos. Essas ações parecem possuem contornos de um modelo de desenvolvimento econômico que ocorre no mundo da vida. Para tratar do aprofundamento dos aprendizados trazidos por essas iniciativas e sua aplicabilidade, esta proposta de mesa redonda utiliza como parâmetro a “ecossocioeconomia” sendo uma teoria pensada a partir das experimentações e da complexidade do cotidiano. Diante deste contexto, a intenção é buscar debater a seguinte problemática: como promover economias comunitárias, a partir de arranjos socioprodutivos de base territorial, inseridas na economia de mercado, e ainda conservar suas dinâmicas próprias num contexto de desenvolvimento territorial sustentável? Para tratar a questão, esta Mesa propõe duplo objetivo: complexificar o conceito de ecossocioeconomia e refinar a proposição conceitual-metodológica de arranjos socioprodutivos de base territorial sustentável. Pela complexidade, desdobra-se em objetivos de debates específicos: (1) descrever e analisar experiências de ecossocioeconomia urbana significativas; (2) analisar comparativamente experiências de ecossocioeconomia urbana significativas a partir de uma estrutura de arranjo socioprodutivo de base territorial. Com enfoque interdisciplinar e operacionalização interinstitucional, para a realização da pesquisa foi estabelecida a parceria entre Instituições de Ensino Superior que representam 3 regiões brasileiras, sendo: Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Universidade Positivo, Universidade do Estado da Bahia, Universidade Regional de Blumenau e Universidade Federal do Pará, estabelecidas em diferentes regiões geográficas do Brasil e todas com ampla experiência de atuação e pesquisa em desenvolvimento sócio económico. A metodologia proposta adota a interdisciplinaridade e abrange a abertura para o debate científico, baseado em pesquisa bibliográfica, descrição e análise de experiências em ecossocioeconomia através de pesquisa formativa, utilizando um formulário qualitativo de coleta de dados e estudos comparativos. Pode-se afirmar que aprofundar o conhecimento sobre arranjos socioprodutivos, que sugerem autogestão comunitária, é fundamental para o desenvolvimento socioeconômico. Da mesma forma, ao identificar lacunas nessas experiências ou potencialidades não exploradas, esta Mesa oferece condições de contribuir para a superação, fortalecimento ou abertura de novas possibilidades, através do compartilhamento de aprendizados obtidos em iniciativas semelhantes. O estudo sistemático dessas ações locais e autogestionárias, oferece a possibilidade de identificação de boas práticas adequadas que podem vir a ser de grande valia para a gestão urbana e para a criação de políticas públicas.
 
Coffee break – 10:00 – 10:30
 
Local: Centro de Convivência – UFRN
 
GT19 – Jovens Pesquisadores – 10:00 – 10:30
Coordenação: Viviane Souza do Amaral (UFRN) e Cibele Soares Pontes (UFRN)
 
Local: Centro de Convivência – UFRN
 
Painel – 10:30-12:00
 
Painel 1 – DESASTRES E CONFLITOS SOCIOAMBIENTAIS : ENTRE MARIANA E AMAZÔNIA
Coordenador: Edna Castro (NAEA/UFPA).
Expositores: Voyner Ravena Cañete (PPGSA/UFPA), Raquel Oliveira (GESTA-Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais/UFMG), Norma Felicidade (NEPED/UFSCar).
 
Local: Auditório E – Escola de Ciência e Tecnologia – UFRN
 
Desastres ambientais se inserem no painel das preocupações que envolvem as atividades econômicas humanas e sua relação com os recursos naturais.  No cenário mundial o Brasil figura como um dos países com maior número de fenômenos de baixo cuidado ambiental dentro dos processos produtivos. Nessa conjuntura os desastres provocados pela mineração se destacam e demandam resposta célere e vigorosa da sociedade. Este painel objetiva discutir os processos relacionados aos desastres socioambientais e aos conflitos que têm crescido em áreas de mineração no Brasil. O painel trata, particularmente, de dois estados – Pará e Minas Gerais – distantes do ponto de vista geográfico, todavia próximos no que refere à fragilidade e aos impactos produzidos pela atividade mineira. Tais problemas têm sido acompanhados de conflitos, de violação e até mesmo de tragédias ambientais ocorridas em cada um dos estados, a exemplo de Mariana (MG), Barcarena e Trombetas (Pará), sem contar situações de desastres sem grande repercussão nacional, mas com fortes desdobramentos socioambientais. A temática ensejou a criação de vários grupos de pesquisa, articulados ou não aos movimentos sociais, suscitando o debate sobre a exploração mineral e o modelo de desenvolvimento no qual este se encontra inserido. Para este Painel se destacam o GETTAM/UFPA e GESTA/UFMG, assim como os questionamentos sobre quem paga a conta em um tipo de desenvolvimento que não traz prosperidade.
 
 
Painel 2 – AMBIENTES INDISCIPLINARES: ECOLOGIAS POLÍTICAS A PARTIR DO SUL
Coordenador: Pedro Roberto Jacobi – Universidade de São Paulo
Expositores: Prof. Dr. José Augusto Pádua – UFRJ; Prof. Dra. Vanessa Empinotti – UFABC; Prof. Dr. Felipe Milanez – UFRB.
 
Local: Auditório F – Escola de Ciência e Tecnologia – UFRN
 
No centro das mudanças ecológicas estão as relações de poder. Passamos por transformações profundas e lidamos com estruturas de problemas que estão muito além das capacidades de questionamentos das disciplinas e tradições de departamentos acadêmicos. É nesse caminho intelectual que novas formas de pensamento, como o Paradigma da Ecologia Política, estão surgindo para refletir e agir sobre ambientes complexos e indisciplinados. A Ecologia Política surge como uma perspectiva de pesquisa, nos meados dos anos 1980s, com os trabalhos de Piers Blaikie, Harold Brookfield, Susanna Hecht e Michael Watts entre outros. Pela primeira vez as pesquisas científicas partiam do princípio que para analisar as questões ambientais deveria se trazer para o primeiro plano a política. Dessa forma, seria possível entender como as interações ser-humano e ambiente podem estar relacionadas à degradação ambiental. Assim, os trabalhos de Ecologia Política examinam as dinâmicas políticas que envolvem dificuldades de acesso no ambiente, o papel das relações desiguais de poder que constituem um ambiente politizado e como os conflitos sobre o acesso aos recursos naturais estão ligados a sistemas políticos e econômicos de controle que se iniciou com o colonialismo e a expansão do capitalismo. Seu enfoque crítico orientou os pesquisadores a um engajamento com os sujeitos de estudo, os levando a um papel inicialmente de mediadores para então ativistas que, por meio de sua pesquisa, proporcionaram visibilidade aos problemas ambientais a partir da perspectiva dos grupos marginalizados e empobrecidos. Tais problemas, na verdade são o reflexo de modelos econômicos, desigualdades sociais, assimetrias de poder e da imposição da visão capitalista de forma global e unilateral. Assim, a Ecologia Política vem sendo apropriada e difundida de diferentes maneiras em diferentes partes do mundo. Na América Latina, a Ecologia Política historicamente tem dado um grande enfoque aos conflitos ambientais e a injustiça ambiental, com uma visão crítica da colonialidade e das desigualdades raciais e de gênero, com um destacado viés ativista e menos como uma especialização acadêmica. O Brasil foi, desde o início do desenvolvimento da Ecologia Política, um lugar tanto de onde surgiam os problemas empíricos, como a relação da pecuária com o desmatamento na Amazônia, quanto as alternativas teóricas nas interações entre pesquisadores do Norte e do Sul global, como a contribuição dos estudos sobre Carajás para a compreensão da economia extrativista no sistema-mundo. Nos últimos 30 anos, a Ecologia Política em diferentes partes do mundo se reorientou e começou a redefinir suas áreas de estudo, referencias teóricas e ações. Desde então, esta perspectiva tem se difundido para vários países por meio de redes, conferencias, reuniões, publicações. Ocorre um intercambio contínuo com as diferentes vertentes e enfoques que dão origem a uma nova ecologia política híbrida e que representa as dinâmicas regionais e locais não só da América Latina, mas também de outras regiões no mundo.
Ao mesmo tempo, a proximidade dos acadêmicos com os movimentos sociais globais e locais, os leva a se adequarem as novas dinâmicas de resistência mais autônomas, efêmeras e desierarquizadas. Nesse contexto, o que podemos considerar como a identidade da ecologia política produzida no Brasil? Quem somos, o que fazemos e quais os caminhos futuros na Ecologia Política no Brasil? Essa mesa tem por objetivo discutir as redes e trajetórias de Ecologias Políticas, explorando os caminhos que esta perspectiva de pesquisa tem tomado nos últimos anos e como está hoje emergindo em crescente atenção e destaque nos circuitos interdisciplinares acadêmicos. Assim, cada um dos palestrantes irá trazer referências de diferentes escolas da Ecologia Política como a escola americana, a escola europeia e a escola brasileira e latinoamericana, e contribuirão para a reflexão sobre esse campo de pesquisa, os seus desdobramentos e releituras no contexto brasileiro e, por fim, a emergência de uma nova Ecologia Política realizada a partir do Sul. Esta mesa contribuirá para o aprofundamento do conhecimento nesta área e a mobilização de seus pesquisadores para o desenvolvimento de futuras práticas e pesquisas que tenham como protagonistas pesquisadores brasileiros. Pelo fato de o Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ambiente e Sociedade (ENNANPAS) ser o principal espaço de congregação e reflexão de acadêmicos que desenvolvem pesquisa nesta temática no país, entendemos que este seria o momento e local mais adequado para trazermos tais reflexões com o objetivo de aprofundar e fortalecer os estudos e ações da Ecologia Política no Brasil e trazer maior visibilidade para esta agenda. 
Almoço – 12:00-14:00
 
GRUPOS TEMÁTICOS – 14:00-18:00
 
Coffee break – 18:00 – 18:30
 
Local: Centro de Convivência – UFRN
 
GT19 – Jovens Pesquisadores – 18:00 – 18:30
Coordenação: Viviane Souza do Amaral (UFRN) e Cibele Soares Pontes (UFRN)
 
Local: Centro de Convivência – UFRN
 
Assembleia da ANPPAS – 18:30 – 20:30
 
Local: Anfiteatro das Aves – Centro de Biociências – UFRN
 
QUARTA-FEIRA, dia 11 de outubro
 
Mesas Redondas – 08:00-10:00
 
Mesa 1 – HOMENAGEM À HECTOR LEIS
Coordenador: Leila da Costa Ferreira (UNICAMP)
Expositores: Pedro Roberto Jacobi (USP), Leila da Costa Ferreira (UNICAMP)
 
Local: Auditório E – Escola de Ciência e Tecnologia – UFRN
 
Este ano a Revista Ambiente & Sociedade fará 20 anos. A Revista teve como seus primeiros Editores Lúcia da Costa Ferreira (UNICAMP), Héctor Leis (UFSC) e Pedro Jacobi (USP).  Além disso, Hector Leis foi um dos principais intelectuais no Brasil na área de Ambiente e Sociedade com uma vasta literatura de importância internacional. Por fim cabe ressaltar que foi também junto com os componentes desta Mesa Fundador da ANPPAS e um dos seus principais apoiadores.
 
Mesa 2– CONFLITOS NO USO E GESTÃO DAS ÁGUAS EM TERRITÓRIOS RURAIS
Coordenador: Rodrigo Constante Martins (UFSCar)
Expositores: Antonio Cezar Leal (UNESP), Carlos Alexandre Leão Bordalo (UFPA), Luis Henrique Cunha (UFCG).
 
Local: Auditório F – Escola de Ciência e Tecnologia – UFRN
 
Os conflitos em torno das formas de uso, acesso e gestão das águas em territórios rurais revelam especificidades importantes. Neles, a demanda pelo recurso ambiental incorpora várias dimensões históricas das formas sociais de uso do espaço e, em particular, da terra. Por isso, no Brasil, os conflitos pelo acesso à água no campo demandam necessariamente a compreensão acerca da questão agrária nacional e de seus variados dilemas regionais. O papel do rural na preservação e recarga doas aquíferos (com destaque para o papel do solo agrícola neste processo), os usos da água emprendidos pela agricultura familiar, as pautas político-ambientais assimiladas pelos assentamentos de reforma agrária, a água como capital natural concebida pelo agronegócio e mesmo a constituição recente do chamado agro-hidronegócio demandam esforços de pesquisas interdisciplinares que trazem demandas renovadas para o campo dos estudos sociambientais. No que concerne à nova estrutura de gestão das águas no Brasil, pautada na descentralização política e administrativa, a dinâmica da gestão participativa nos espaços rurais também revela peculiaridades. Um exemplo disso é o modo de estruturação e funcionamento dos Comitês de Bacias Hidrográficas nestes espaços. Neste caso, vários estudos mostram que há características territoriais para os limites da participação social, que atravessam tanto os desequilíbrios de poder econômico e as assimetrias de capitais cultural, quanto a influência da tradição política dos espaços rurais brasileiros sobre estas arenas de governança ambiental. Com base neste cenário complexo de especificidades, bem como na diversidade sociambiental do rural brasileiro, o objetivo desta mesa redonda é debater estudos recentes sobre os conflitos de uso e gestão da água em territórios rurais. Para tanto, reúne especialistas com pesquisas sobre Comitês de Bacia e planos de recursos hídricos em bacias hidrográficas de territórios rurais do centro-sul (marcados pela expansão do agronegócio), políticas públicas e democratização do acesso à água no semi-árido nordestino (com destaque para o debate recente sobre cidadania hídrica igualitária) e conflitos de regulação do uso da água na Amazônia oriental (em particular no que concerne ao avanço dos empreendimentos de mineração).
 
Mesa 3 – COMUNIDADES TRADICIONAIS, RESISTÊNCIAS, CONFLITOS E EDUCAÇÃO
Coordenador: Cimone Rozendo de Souza (PRODEMA/UFRN).
Expositores: Ana Tereza Reis (FE/UnB), Érika Fernandes Pinto (ICMBio/MMA), Kátia Favilla (Secretaria Executiva do Conselho Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais), Rita de Cássia Neves (UFRN).
 
Local: Anfiteatro das Aves – Centro de Biociências – UFRN
 
O debate em torno do reconhecimento das populações tradicionais e de seus direitos se acirraram, em meados dos anos de 1980, conjuntamente com o movimento mais amplo de redemocratização no Brasil. Um dos resultados desse processo foi a incorporação de temáticas ligadas às comunidades quilombolas, indígenas e outros segmentos da tradição (ribeirinhos, quebradeiras, geraizeiros, extrativistas, pantaneiros, caiçaras, varzanteiros, etc.,), à agenda de políticas públicas. Algumas  dessas políticas contribuíram para dar visibilidade às experiências anteriormente negligenciadas, abrindo possibilidades de reconhecer formas diversificadas de relação com a natureza, de gestão dos territórios,  de saberes e processos educativos. Contudo, essa orientação se chocou com formas já consolidadas de propriedade da terra, de relação com a natureza, de formas de saber,  revelando novas nuances de conflitos históricos.  Esse painel tem como objetivo construir um panorama dessas dinâmicas tendo como referencia as experiências junto ao  Conselho Nacional de povos e comunidades tradicionais do Ministério do Desenvolvimento Social, do Instituto Chico Mendes e do Programa de Pós Graduação em Sustentabilidade Junto a Povos e Terras Tradicionais (MESPT/UNB) e de pesquisas antropológicas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte revelando seus avanços, tensões e resistências.  
 
 
Coffee break – 10:00 – 10:30
 
Local: Centro de Convivência – UFRN
 
GT19 – Jovens Pesquisadores – 10:00 – 10:30
Coordenação: Viviane Souza do Amaral (UFRN) e Cibele Soares Pontes (UFRN)
Local: Centro de Convivência – UFRN
 
Painel – 10:30-12:00
 
Painel 1 HISTÓRIA AMBIENTAL URBANA: PROBLEMAS E PERSPECTIVAS EM CONTEXTOS HISTÓRICOS
Coordenador: Pedro Jacobi (USP)
Expositores: Janes Jorge (UNIFESP), Paulo Henrique Martinez (UNESP), Silvia Helena Zanirato (USP).
 
Local: Anfiteatro das Aves – Centro de Biociências – UFRN
 
As preocupações ambientais se ampliam e se difundem neste início do século XXI e a história ambiental não pode se furtar a oferecer sua contribuição a compreender e explicar as múltiplas causas e consequências. A responsabilidade dos pesquisadores em história ambiental é a de analisar as interações entre os grupos humanos e a natureza, como estes constituem seu ambiente e são constituídos por ele, sem deixar de estabelecer as conexões entre o passado e o presente. Com esse sentido adquire especial interesse nesta mesa o estudo das dinâmicas ambientais urbanas (de construção e expansão das cidades, de busca por abastecimento e saneamento, transporte e gestão e os conflitos associados às respostas sociais empregadas). Os enfoques combinam abordagens teóricas e práticas em centros urbanos específicos e consideram tanto aspectos metodológicos como o reconhecimento de fontes, a interpretação das evidências documentais e a contextualização das narrativas; quanto as escalas espacial e temporal que possibilitam compreender as mudanças e permanências que favorece(ra)m à iniquidade social e à degradação ambiental. 
 
 
Almoço – 12:00-14:00
 
GRUPOS TEMÁTICOS – 14:00-18:00
 
Coffee break – 18:00 – 18:30
 
Local: Centro de Convivência – UFRN
 
GT19 – Jovens Pesquisadores – 18:30 – 19:00
Coordenação: Viviane Souza do Amaral (UFRN) e Cibele Soares Pontes (UFRN)
 
Local: Centro de Convivência – UFRN
 
Prêmio ANPPAS de melhor Tese e Dissertação – 18:30 – 19:30
Encerramento – 19:30
Local: Anfiteatro das Aves – Centro de Biociências – UFRN
 
 
 
 
 

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